- O tal DJ que abriu os shows é tão bom quanto qualquer idiota que consegue apertar o play de um rádio.
- O destaque do show são os efeitos. O diretor de arte deveria subir ao palco para ser aplaudido. Impecável. Em alguns momentos não dá para acreditar no que se está vendo.
- Os arranjos das músicas são completamente diferentes das originais. “Vogue”, por exemplo, fica quase irreconhecível. A melhor do show foi “Borderline”: arranjo simples com guitarras pesadas e a voz natural e desafinada de Madonna.
- O excesso de playback irrita. Mas, convenhamos, todo mundo sabe que é impossível pular, dançar, rastejar no chão, fazer caretas e cantar afinado ao mesmo tempo. O bom é que ela não tenta enganar o público, deixa claro quando não é ela cantando.
- Na hora de “Like a Prayer” o estádio literalmente balançou. Nunca vi tanta gente feliz ao mesmo tempo.
- Como pode uma mulher de 50 anos ter mais fôlego do que eu?
- Além da importância de Madonna para a construção da personalidade feminina, ficou claro no show a influência dela para os homosexuais. Nunca vi tanta bicha feliz junta. Ela realmente é um símbolo para eles. Achei legal essa identificação. Mostra que em algumas coisas evoluímos: em outras épocas todos seriam queimados na fogueira.
- Apesar da música não me agradar tanto, é um evento para contar para os netos.
- Agradeço ao meu amigo Gui pelo ingresso.